Hoje estava me sentindo mal, acordei com uma leve dor na boca, fui consultar um médico, mas por ventura hoje é domingo, então para relaxar e tentar me distrair fui ler um livro, ele contava uma história muito intrigante sobre uma empregada que não conseguia achar o seu espanador especial de limpeza profunda. Acabei dormindo e acordei, hoje é segunda então vou para um médico para consultar sobre minha dor na boca.
Texto original
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Texto original
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BOCA - LIVRO – ESPANADOR
Precisava encontrar aquele livro, já havia revirado quase todas as bibliotecas da cidade e nada! Lembrei-me, então daquela que fora inaugurada há pouco tempo ao lado da favela considerada a mais violenta das redondezas. Não tinha escolha, o jeito era encarar esse detalhe e concluir a minha pesquisa, pois eu tinha data para entregar o trabalho da faculdade. Chegando lá, tive que procurar um espaço adequado, pois o local estava lotado e devido a isso seria difícil conseguir o silêncio tão necessário para a minha concentração. Entretanto não houve nenhuma colaboração por parte dos jovens e das crianças presentes que não fechavam a BOCA por nada nesse mundo. E como se não bastasse o falatório e as risadas, eles retiravam cada LIVRO que tocavam e deixavam em qualquer lugar. Lancei-lhes um “psiuuu!” com um olhar reprovador e isso bastou para que um deles viesse até mim fazer uma ameaça caso eu persistisse em criticá-los. Procurei alguém responsável daquele estabelecimento público para que tomasse as devidas providências e fiz a minha queixa. Tamanha foi a minha surpresa ao ver o segurança retirar o ESPANADOR do armário e dizer alto e claro que iria enfiar aquele objeto na garganta do primeiro que falasse alto dentro da biblioteca. Fugi antes que sobrasse mais para mim.
Precisava encontrar aquele livro, já havia revirado quase todas as bibliotecas da cidade e nada! Lembrei-me, então daquela que fora inaugurada há pouco tempo ao lado da favela considerada a mais violenta das redondezas. Não tinha escolha, o jeito era encarar esse detalhe e concluir a minha pesquisa, pois eu tinha data para entregar o trabalho da faculdade. Chegando lá, tive que procurar um espaço adequado, pois o local estava lotado e devido a isso seria difícil conseguir o silêncio tão necessário para a minha concentração. Entretanto não houve nenhuma colaboração por parte dos jovens e das crianças presentes que não fechavam a BOCA por nada nesse mundo. E como se não bastasse o falatório e as risadas, eles retiravam cada LIVRO que tocavam e deixavam em qualquer lugar. Lancei-lhes um “psiuuu!” com um olhar reprovador e isso bastou para que um deles viesse até mim fazer uma ameaça caso eu persistisse em criticá-los. Procurei alguém responsável daquele estabelecimento público para que tomasse as devidas providências e fiz a minha queixa. Tamanha foi a minha surpresa ao ver o segurança retirar o ESPANADOR do armário e dizer alto e claro que iria enfiar aquele objeto na garganta do primeiro que falasse alto dentro da biblioteca. Fugi antes que sobrasse mais para mim.
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